Comportamento, comida e afeto!

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20 de dezembro de 2024

Identifique os comportamentos que indicam que é hora de buscar ajuda. Muitas pessoas enfrentam desafios diários em sua relação com a comida, mas nem sempre reconhecem que esses comportamentos podem ser sinais de que é hora de buscar ajuda. Identificar esses sinais é o primeiro passo para transformar sua relação com a alimentação e alcançar uma vida mais saudável e equilibrada. 1. Pensar em comida o tempo todo: Se você se pega pensando em comida a maior parte do dia, sentindo medo de comer certos alimentos ou culpa quando come, isso pode ser um sinal de uma relação complicada com a alimentação. Esses pensamentos constantes podem gerar ansiedade e interferir na sua qualidade de vida. 2. Sentir culpa ao comer certos alimentos: A culpa é um sentimento comum em quem faz dietas restritivas ou tem uma relação difícil com a comida. Sentir culpa ao comer certos alimentos pode levar a um ciclo de restrição e compulsão, tornando a alimentação um processo estressante e desagradável. 3. Comer rápido, sem prestar atenção: Se você costuma comer tão rápido que mal consegue sentir o sabor dos alimentos, isso pode indicar uma desconexão com o ato de comer. Comer rapidamente pode prejudicar a digestão e dificultar a percepção dos sinais de saciedade, levando ao consumo excessivo de alimentos. 4. Perda de controle ao comer: Sentir que perdeu o controle ao comer, sem conseguir parar, é um sinal claro de que algo não está bem. Episódios de compulsão alimentar são comuns em quem tem uma …

20 de dezembro de 2024

Dê atenção ao que e como você come para transformar sua relação com a alimentação. Comer com consciência, ou mindful eating, é uma prática que está ganhando cada vez mais atenção na área da nutrição comportamental. Trata-se de estar presente no momento da refeição, prestando atenção ao que você está comendo e como está comendo, de uma forma que promove uma relação mais saudável e prazerosa com a comida. Comer consciente significa estar totalmente presente durante a refeição, apreciando cada mordida e prestando atenção aos sinais do seu corpo. Isso inclui perceber os sabores, texturas, aromas e até mesmo os sons dos alimentos. É uma prática que envolve todos os sentidos e promove uma conexão mais profunda com o ato de comer. A importância de comer com consciência vai além do prazer de saborear os alimentos. Estudos mostram que essa prática pode ajudar a melhorar a digestão, aumentar a saciedade e reduzir episódios de compulsão alimentar. Quando você está presente e atento ao que está comendo, é mais fácil perceber quando está satisfeito e evitar comer em excesso. Aqui estão algumas dicas para começar a praticar o comer consciente: Comer consciente não é sobre perfeição, mas sobre se conectar com seu corpo e suas necessidades. É uma prática que pode transformar sua relação com a comida, tornando as refeições mais prazerosas e saudáveis.

20 de dezembro de 2024

Saiba por que tentar "comer menos e sofrer mais" pode ter o efeito contrário no longo prazo. Muitas pessoas já passaram pela frustração de seguir dietas restritivas sem alcançar resultados duradouros. Essas dietas, que prometem perda de peso rápida através da restrição severa de calorias ou grupos alimentares, geralmente não funcionam a longo prazo e podem até ser prejudiciais. O grande problema das dietas restritivas é que elas são insustentáveis. Quando você restringe severamente a ingestão de alimentos, seu corpo entra em modo de sobrevivência, diminuindo o metabolismo e aumentando a fome. Esse efeito pode levar ao famoso “efeito sanfona”, onde o peso perdido é rapidamente recuperado, muitas vezes com alguns quilos a mais. Além disso, a restrição severa pode desencadear episódios de compulsão alimentar. Quando você se priva de certos alimentos, a vontade de consumi-los aumenta, e quando finalmente cede, acaba comendo em excesso. Esse ciclo de restrição e compulsão gera culpa, ansiedade e uma relação cada vez mais negativa com a comida. A nutrição comportamental oferece uma abordagem diferente. Em vez de focar na restrição e no sofrimento, ela trabalha com a mudança de hábitos e comportamentos alimentares de forma sustentável. O objetivo é transformar a relação com a comida, promovendo uma alimentação equilibrada e prazerosa. Por exemplo, ao invés de evitar completamente um bolo, você aprende a comer uma fatia com prazer e sem culpa, respeitando os sinais de fome e saciedade do seu corpo. Essa abordagem reduz a compulsão e a ansiedade, permitindo que você desfrute …

20 de dezembro de 2024

Entenda as diferenças e aprenda a ouvir os sinais do seu corpo. Uma das grandes dificuldades que muitas pessoas enfrentam é distinguir entre fome física e fome emocional. Essa confusão pode levar a padrões alimentares desregulados e ao desenvolvimento de uma relação complicada com a comida. A fome física é a necessidade real do corpo por nutrientes e energia. Ela se manifesta através de sinais claros, como o estômago roncando, sensação de fraqueza ou tontura, e uma diminuição na energia. Essa fome aparece gradualmente e pode ser satisfeita com qualquer tipo de alimento. Por outro lado, a fome emocional não está relacionada à necessidade física de nutrientes, mas sim a uma resposta a emoções como ansiedade, tristeza, tédio ou até mesmo felicidade. Ela surge repentinamente e geralmente está associada a desejos específicos por certos alimentos, como doces, salgadinhos ou comidas reconfortantes. Identificar a diferença entre essas duas formas de fome é essencial para desenvolver uma alimentação mais consciente e equilibrada. Aqui estão algumas dicas práticas para ajudá-lo a fazer essa distinção: Reconhecer e entender esses sinais é o primeiro passo para uma alimentação mais consciente e saudável. Ao aprender a distinguir entre fome física e emocional, você pode fazer escolhas alimentares mais informadas e reduzir episódios de comer por impulso.

20 de dezembro de 2024

Descubra como essa abordagem acolhedora transforma a relação com a comida ao tratar mente, corpo e hábitos. A nutrição comportamental é uma abordagem inovadora que vai muito além da escolha dos alimentos. Ela considera a pessoa como um todo, incluindo aspectos emocionais, psicológicos, sociais e culturais. Diferente da nutrição tradicional, que muitas vezes foca apenas no “o que comer”, a nutrição comportamental explora o “por que”, “quando” e “como comer”. O nutricionista comportamental é também um terapeuta nutricional, especializado não só em nutrientes, mas em pessoas. Isso significa que, além de entender a composição dos alimentos, ele está preparado para acolher, ouvir e ajudar a transformar a relação do paciente com a comida. Um dos grandes diferenciais dessa abordagem é que ela não usa receitas prontas. Cada indivíduo é único, com sua própria história, necessidades e desafios. Por isso, o plano nutricional é totalmente personalizado, levando em conta a individualidade de cada paciente. Os benefícios da nutrição comportamental são muitos. Ela promove mudanças duradouras nos hábitos alimentares, reduz a culpa e o medo associados à comida, e oferece maior liberdade e prazer ao comer. Ao tratar a alimentação de forma completa, considerando mente, corpo e emoções, essa abordagem possibilita uma transformação profunda e sustentável. Em resumo, a nutrição comportamental é mais do que sobre comer — é sobre viver. É sobre encontrar equilíbrio, bem-estar e prazer na relação com a comida, de uma forma que respeita e valoriza a individualidade de cada pessoa.

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